Essa postagem não tem nada de decoração, mas segue uma dica muito importante.
Você já ouviu falar em desreguladores endócrinos? São substâncias químicas que alteram o sistema endócrino, gerando prejuízos irreversíveis à saúde da população, tais como: indução ao câncer, diabetes, obesidade, déficit de atenção, hiperatividade, precocidade sexual, modificações do desenvolvimento de órgãos sexuais internos, infertilidade, entre outras doenças.
Um destes desreguladores é o Bisfenol A (BPA), encontrado em sua maioria em plásticos e resinas, e os pesticidas e herbicidas usados na lavoura, inadvertidamente ingeridos, eles alteram o sistema endócrino, modificando o sistema hormonal do organismo, gerando prejuízos irreversíveis, como:
• aborto
• anomalias e tumores do trato reprodutivo
• câncer de mama e de próstata
• déficit de atenção, de memória visual e motor
• diabetes
• diminuição da qualidade e quantidade de esperma em adultos
• endometriose
• fibromas uterinos
• gestação ectópica (fora da cavidade uterina)
• hiperatividade
• infertilidade
• modificações do desenvolvimento de órgãos sexuais internos
• obesidade
• precocidade sexual
• retardo mental
• síndrome dos ovários policísticos
• aborto
• anomalias e tumores do trato reprodutivo
• câncer de mama e de próstata
• déficit de atenção, de memória visual e motor
• diabetes
• diminuição da qualidade e quantidade de esperma em adultos
• endometriose
• fibromas uterinos
• gestação ectópica (fora da cavidade uterina)
• hiperatividade
• infertilidade
• modificações do desenvolvimento de órgãos sexuais internos
• obesidade
• precocidade sexual
• retardo mental
• síndrome dos ovários policísticos
O componente tem similaridade com o hormônio feminino e da tireoide. Ao entrar em contato com o organismo humano, principalmente durante a vida intrauterina, pode romper o sistema endócrino, por interação com os receptores desses hormônios, causando o efeito danoso. O grande problema do uso do BPA é o fato de a substância se desprender e contaminar alimentos ou produtos embalados. O plástico contendo Bisfenol A contamina mais ainda quando aquecido ou congelado. Os bebês são os mais vulneráveis a esse contato, desde a vida intrauterina, pela contaminação via placenta, cordão umbilical e também quando lactentes, pelo uso de mamadeira.
A substância já foi proibida no Canadá, na Costa Rica, na Dinamarca, na França, e em alguns estados e cidades dos Estados Unidos. Outras regiões norte-americanas estão revendo as regras de utilização das embalagens, principalmente em alimentos e os americanos tem um projeto para banir o BPA. No Brasil, a ANVISA (Agência de Vigilância Sanitária do Brasil) permite o consumo de 0,6 miligramas de Bisfenol A por quilo de material plástico, de acordo com a Resolução RDC nº 17, de 17 de março de 2008.
Enquanto esperamos as decisões governamentais, já devemos mudar nossas atitudes de consumo, principalmente no que tange a mulheres em vias de gravidez e crianças, deve-se evitar ao máximo o contato com alimentos contaminados (agrotóxicos e embalagens plásticas), com cuidado especial em relação às mamadeiras, copos infantis, recipientes plásticos (usá-los sem Bisfenol A). Lembrando também de não aquecer nem congelar alimentos em potes plásticos, trocando-os por recipiente de vidro, cerâmica ou plástico certificado.
Inclusive a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) já promove há alguns meses uma campanha de conscientização da população sobre os danos causados pelos desreguladores endócrinos.
Materia: www.clubedacalcinha.com.br/blog/
Dra Alessandra Rascovski é médica e endocrinologista

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